Sobre a Ingestão OE + Cápsulas Vazias – be.OIL

Sobre a Ingestão OE + Cápsulas Vazias

 

Quando usado com orientações, o uso interno de óleos essenciais é a forma ideal para tratar áreas específicas, como quando o nosso sistema imunológico ou digestivo precisa de apoio.

E COMO INGERIR ÓLEOS ESSENCIAIS?

Em cápsulas vazias, de origem animal ou vegetal, ou adicionando os óleos essenciais em bebidas de sua escolha, como Água, chá, café, chocolate quente, e até mesmo em suas receitas favoritas. CÁPSULAS são formas farmacêuticas sólidas, podem ser duras ou moles, em diversos tamanhos. Normalmente são feitas de gelatina, mas podem ser de amido (chamados de hóstias) ou outras substâncias que sejam adequadas ao uso oral e ao tipo de substância que será acondicionados em seu interior.

TIPOS DE CÁPSULAS

| CÁPSULA GELATINOSA | à base de origem animal, são obtidas através da hidrólise do colágeno e esse por sua vez é retirado dos ossos e da pele de animais, onde encontrá-se em grande abundância. É o invólucro mais comumente utilizado no mercado, e também o mais barato.

| CÁPSULA VEGETAL | Cápsula de polímero derivada da celulose. Feita totalmente de polímeros de origem vegetal, conhecido como hidroxipropilmetilcelulose (HPMC). É a opção mais segura e saudável para pacientes com algumas restrições e intolerâncias alimentares, bem como culturais e religiosas.

  • VEGETAL Incolor ou Branca: Visualmente são muito parecidas com as cápsulas gelatinosas, mas a grande diferença está na sua composição, que é feita totalmente de polímeros de origem vegetal, conhecido como hidroxipropilmetilcelulose (HPMC). A sua digestão se inicia no estômago e finaliza no intestino;
  • VEGETAL Gastro - Resistente: Cápsula vegetal, que se desintegra no intestino. Feitas com quantidade de HPMC suficiente para evitar que a cápsula seja liberada em meio ácido (estômago), prorrogando a sua liberação para o meio entérico intestino). Torna-se uma opção de escolha ideal para fármacos sensíveis ao pH e as enzimas estomacais e para proteger o estômago contra fármacos irritantes;
  • VEGETAL de Tapioca: Feita a base polímero vegetal, naturalmente fermentado a partir da tapioca. As cápsulas de tapioca são uma opção de cápsula vegetal que utiliza um polissacarídeo hidrossolúvel obtido da tapioca, através de um processo de fermentação natural. É obtida por processo 100% orgânico e estão disponíveis nas cores incolor e branca. Oferece excelente barreira contra o oxigênio, protegendo a oxidação dos ativos;
  • VEGETAL de Clorofila: São cápsulas de coloração verde que contém o corante natural clorofila em sua composição;
  • VEGETAL de Cenoura Roxa: Feita à base de cenoura roxa. Natural e sem corantes ela é muito procurada por veganos, pela sua composição vegetal e pela sua coloração.
  • VEGETAL de Espirulina: A Spirulina é uma microalga comestível classificada como uma cianobactéria com capacidade de realizar fotossíntese. Denominada como um alimento rico no seu valor nutricional pelo seu alto teor proteico. É reconhecida como um alimento seguro e completo.
  • VEGETAL com abertura Sprinkle: São cápsulas vegetais com fácil sistema de abertura, indicadas para pacientes que têm dificuldade de deglutição. Proporcionam mais facilidade aos pacientes na abertura das cápsulas, e seu conteúdo pode ser despejado na água ou diretamente nos alimentos.

 

Ingerir óleos essenciais é perigoso?

fonte: site Viver de Aromas, André Ferraz

"Muitas pessoas me perguntam porque até mesmo Aromaterapeutas profissionais contraindicam a ingestão de óleos essenciais. Para você entender, é importante que você saiba que existem dois ramos principais na Aromaterapia. Veja só:

1- O primeiro ramo faz o uso de óleos essenciais em concentrações baixas e para finalidades como massagens e aromatização de ambientes. Esse ramo é conhecido como Soft Aromatherapy e não indica ingerir óleos essenciais. Muitos desses profissionais nem mesmo estudam essa forma de uso por medo ou receio.

2- O segundo ramo surgiu na França com médicos e bioquímicos. O ramo é chamado de Hard Aromatherapy e faz um estudo mais profundo dos óleos essenciais. Assim, é um tipo de Aromaterapia mais científica, mais bioquímica, dessa forma, considera a ingestão do óleo essencial como mais um recurso terapêutico valioso para tratar as enfermidades do corpo e da mente.

Só para você ter uma ideia, o Óleo Essencial de Melaleuca é considerado um dos mais perigosos por ter a toxicidade alta, a qual é 24 vezes menor do que a Aspirina, ou seja, se você ingerir aspirina ou Paracetamol, você está correndo muito mais risco.

Então, se você quer aprender Aromaterapia, eu recomendo que você estude também a ingestão de óleos essenciais."

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